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A incrível Ilha de Páscoa

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A Ilha de Páscoa é uma ilha da Polinésia oriental, localizada no sul do Oceano Pacífico (27º 10' latitude Sul e 109º 25' longitude Oeste). Está situada a 3 700 km de distância da costa oeste do Chile e constitui a província chilena de Ilha de Páscoa. Sua população em 2002 era de 3 791 habitantes, 3 304 dos quais viviam na capital Hanga Roa. É famosa pelas suas enormes estátuas de pedra, e faz parte da Região de Valparaíso, pertencente ao Chile.

História 

 Alguns historiadores acreditavam que as ilhas polinésias foram descobertas por acaso. Hoje, porém, há fortes indícios de que, tanto as descobertas como a colonização foram planeadas por viajantes que, numa incursão predeterminada, navegavam rumo ao desconhecido. A rota mais provável para a colonização da Ilha De Páscoa deve ter sido a partir das ilhas de Mangareva, Pitcairn e Henderson, as duas últimas funcionando como trampolins visto que uma viagem direta de Mangareva à Páscoa dura cerca de dezessete dias, principalmente transportando produtos essenciais para a sobrevivência da colônia. A transferência de muitas espécies de plantas e animais – de taro a bananas e de porcos a cães e galinhas, não deixam dúvidas sobre o planeamento da ocupação da Ilha De Páscoa pelos seus colonizadores.

É incerta a data da ocupação da Ilha De Páscoa, tanto quanto é incerta a data da colonização das ilhas polinésias. Publicações sobre a Ilha De Páscoa registram a sua possível ocupação entre 300-400 d.C., com base em cálculos de tempo a partir de divergências linguísticas – técnica conhecida como glotocronologia, e em datações rádio carbônicas de carvão, além de sedimentos lacustres. Entretanto, especialistas na história de Páscoa questionam tais cálculos, considerados precários quando aplicados a idiomas complexos como o pascoense.



Chegada europeia

 A 5 de abril de 1722, o explorador neerlandês Jacob Roggeveen atravessou o Pacífico partindo do Chile em três grandes navios europeus, e após dezessete dias de viagem desembarcou na ilha num domingo de Páscoa, daí o seu nome, que permanece até hoje.

Em 1870, comerciantes europeus tomaram posse das terras e introduziram gado ovino na ilha. Em 1888, o governo chileno anexou Páscoa, que se tornou uma fazenda de ovelhas administrada por uma empresa escocesa estabelecida no Chile. Os nativos passaram, então à condição escrava: trabalhavam para a empresa e eram pagos em bens e víveres. 

Somente em 1966, mais de meio século depois, os insulares foram reconhecidos como cidadãos chilenos. Os insulares e chilenos nascidos no continente são em número igual ao dos nativos. Ainda hoje existe tensão entre eles, porém renasce no pascoense o orgulho cultural e sua economia é estimulada pelo turismo: há diversos voos semanais vindos de Santiago e do Taiti, realizados por empresa aérea estatal do Chile, transportando visitantes atraídos pelas famosas estátuas.

Geografia

Páscoa é uma ilha vulcânica, seu território tem a forma triangular e é o pedaço de terra mais isolado do mundo, no limite da Polinésia Oriental. Sua origem consiste em três vulcões que emergiram do mar um junto ao outro, em tempos diferentes, nos últimos milhões de anos, e têm estado adormecidos ao longo da história de ocupação da ilha. O mais antigo deles é o Poike, que entrou em erupção há cerca de 600 mil anos, formando o canto sul do triângulo. A subsequente erupção deu origem ao Rano Kau, o segundo a emergir, formando o canto sudoeste da ilha. Por último, a erupção do Terevaka, localizado no canto norte do triângulo.

A ilha ocupa uma área de 170 km² e sua elevação é de 510 metros. A sua topografia é suave, sem vales profundos, exceto suas crateras e encostas íngremes e cones de escória vulcânica

Turismo

Hanga Roa


Onde se concentra o maior número de hotéis, bares, restaurantes e bares da Ilha de Páscoa. Conta com dois bancos, lojas de artesanato, supermercado, galerias de arte, posto de combustível, serviço de aluguel de carros e motos e um posto de informação turística. A maior parte de todo o comércio está localizado na avenida principal, conhecida como Policarpo Toro, mas vale a pena internar-se nas pequenas ruas dos arredores que sempre têm alguma surpresa para os impulsos gastronômicos ou de compras. Hanga Roa pode ser facilmente percorrida a pé.

Um ponto atrativo é a angra, onde você encontrará várias escolas de mergulho, um par de restaurantes e uma boa gelateria-café com vista ao mar. Além disso, cada minuto aparece uma tartaruga marinha que sai à superfície em busca de alimento.

Visite o mercado de artesanato de Hanga Roa, que tem uma ampla variedade de objetos feitos por artesãos locais e de outros lugares da Polinesia. A um par de passos dele está a Paróquia Santa Cruz, onde vale a pena ver as figuras de tradição católica talhadas em pedra que tem o inconfundível selo rapanui. Cada domingo às 9.00 da manhã se realiza uma missa com canto em língua rapanui e ornamentos típicos.
Anakena

Você não pode deixar de visitar Anakena, praia na qual tocaram terra as primeiras embarcações da migração polinésia para colonizar a ilha e lugar onde se assentaram os primeiros habitantes.

Anakena não encanta só pelas águas quentes e tranquilas de cor turquesa, as areias coralíneas brancas e suas palmeiras. A praia está a aproximadamente 18 km de Hanga Roa, em direção nordeste e para chegar a ela é preciso alugar um carro ou pegar um táxi. É a única praia da ilha onde é permitido tomar banho oficialmente, embora os rapanui prefiram nadar e mergulhar nas piscinas naturais que se formam entre as rochas em outros setores, accessíveis só para aqueles que as conhecem bem. Se você caminha ao leste, encontrará a praia de Ovahe, com chamativas areias rosadas e seu abrupto penhasco que cai ao mar (não é apta para tomar banho).








Ranu Raraku

O vulcão Ranu Raraku está mais ou menos a 20 km de Hanga Roa, no vértice oposto da ilha e é o berço dos moais. O vulcão formou-se a partir da atividade vulcânica do Maunga Terevaka e foi o lugar escolhido pelos rapanui para talhar suas monumentais estátuas de pedra porque suas rochas são menos duras.

Graças aos mais de 300 moais de diferentes tamanhos e em diferentes estados de talhado que se encontram espalhados em suas ladeiras, Orongo é um dos pontos mais atrativos da ilha, tanto para os turistas quanto para os pesquisadores.

O talhado era feito diretamente na parede da canteira e após disso os moais eram levados aos diferentes Ahu ou centros cerimoniais.




Assista o vídeo e conheça um pouco mais sobre esse incrível lugar:  




Fonte: http://www.chile.travel

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"A vida é uma viagem a três estações: ação, experiência e recordação - Júlio Camargo"

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